Com “Dominator”, a banda deixa de lado toda a pompa, circunstância e os ares de superprodução hollywoodiana e investe em uma sonoridade mais básica, que chega a evocar os seus primeiros álbuns, além de meter o dedo na ferida da atual situação política estadunidense. O resultado é incendiário: “Dominator” é pesado, visceral, furioso, venenoso, gritante, gritado, direto ao ponto.SOMOS PEQUENOS DIANTE AS OBRAS DE DEUS.E EU AINDA CUSTO A ACREDITAR QUE O HOMEM VAI EVOLUIR PARA PODER AMAR,E AMAR MUITO MAIS PARA PODER EVOLUIR.
viagens e versos
sejam bem vindos e espero que o que procura esteje aqui e baixem a vontade.e deixe o rock rolar
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Com “Dominator”, a banda deixa de lado toda a pompa, circunstância e os ares de superprodução hollywoodiana e investe em uma sonoridade mais básica, que chega a evocar os seus primeiros álbuns, além de meter o dedo na ferida da atual situação política estadunidense. O resultado é incendiário: “Dominator” é pesado, visceral, furioso, venenoso, gritante, gritado, direto ao ponto.
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